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Silicon Valley não existiria como a conhecemos sem os imigrantes

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DA REDAÇÃO – Em janeiro, quando o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva limitando a imigração, a notícia caiu como uma bomba no Silicon Valley, o Vale do Silício. Na área onde estão as maiores empresas de tecnologia do mundo como Facebook, Apple e Google, aconteceram protestos, comícios e boicotes.

Das mais de cem empresas que assinaram uma petição protestando contra a decisão, a maioria eram companhias de tecnologia. Claro que os jovens empreendedores e empregados que vivem no Valley tem sangue azul.

A indústria de tecnologia depende inteiramente dos imigrantes. Grandes nomes de fundadores, Pierre Omidyar do eBay até Elon Musk, são imigrantes. Se você contar os filhos da primeira geração de imigrantes, esse número só tende a crescer. Basta se lembrar que Steve Jobs é filho de um refugiado sírio.

Ano passado, o National Foundation for American Policy, publicou um estudo sobre as “startups” que faturam mais de um bilhão de dólares. Mais da metade tem, ao menos, um fundados que é imigrante. Quando os autores do estudo expandiram a pesquisa para os seniors e as posições fora da fundação das empresas, esse numero cresceu para 71%.

A inovação é criada quando vários pontos de vista se cruzam, e isso só acontece se você consegue obter todas essas idéias diversas numa mesma sala. Como o Silicon Valley surgiu como um farol para as empresas mais inovadoras, sua capacidade de manter sua ordenação depende de atrair um estoque constante das melhores idéias – independentemente do país de origem.

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