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Pastor é acusado de pedofilia na Flórida

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WINTER HAVEN, FL – Uma investigação deixou moradores da Flórida surpresos e incrédulos. Um pastor de Winter Haven foi preso nesta quinta-feira e está enfrentando acusações de abuso sexual em uma vítima com menos de 12 anos. O juiz do Condado de Polk, Grady Judd, diz que pode haver mais vítimas.

David Cooper, pastor dos Mountain Movers Ministries, em Eloise, também é acusado de atentado ao pudor e erotização. Ambas acusações são delitos graves.

Em uma coletiva de imprensa, na manhã de sexta-feira (09), Judd disse que a esposa de Cooper trouxe um filho com menos de 12 anos para um hospital para determinar se a criança havia sido agredida sexualmente. O hospital notificou o escritório do xerife, que iniciou uma investigação. De acordo com a WFLA News Channel 8, a investigação começou em setembro de 2017.

Um exame físico da criança não mostrou evidências de abuso sexual, mas os detetives descobriram que a criança era vítima de uma conduta obscena. Cooper expôs-se à criança em quatro ocasiões no último ano.

Uma investigação mais aprofundada revelou que, há alguns anos, Cooper abusava sexualmente de outra criança entre 10 e 12 anos. A vítima agora adulta disse aos investigadores que o abuso incluiu relações sexuais pelo menos cinco vezes.

Durante a conversa entre a vítima e o pastor Cooper que foi conduzida sob vigilância, ela falou com Cooper sobre o abuso e ele repetidamente disse que estava arrependido.

Até agora, o juiz disse que os investigadores não encontraram nenhuma evidência de que o pastor abusasse de crianças na igreja.

“Precisamos das famílias das pessoas da igreja ou de qualquer família com a qual o pastor David Cooper tenha mantido contato, para estarem ciente do que sabemos até agora”, afirmou o juiz.

Judd também explicou que poderia haver mais vítimas e encorajou outros a apresentarem informações.

“Um dos aspectos estressantes do trabalho na aplicação da lei é ter que se deparar com atos horrendos de um pedófilo. É por causa da dedicação de nossas equipes que investigaram isso, e outros crimes semelhantes, e a vontade das vítimas e testemunhas de se apresentarem, que este homem não poderá mais fazer isso com qualquer outra criança “, ressaltou o juiz Grady Judd.

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