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Juiz do Novo México libera cinco acusados de terrorismo após advogados reclamarem de racismo

"Ninguém iria denunciá-los se fossem brancos ou cristãos"

Cinco extremistas islâmicos que foram acusados de estarem treinando crianças para realizar ataques terroristas em escolas foram libertados sob fiança após um dos advogados reclamar que eles estavam sendo injustamente acusados devido a serem “negros e muçulmanos” ao invés de “brancos e cristãos”.

A juíza Sarah Backus disse que a acusação não conseguiu provar que os jihadistas representassem algum perigo a comunidade e os libertou sob uma fiança simples de U$20.000, que significa que eles não precisaram nem ao menos pagar para serem libertos, mas teriam que pagar a fiança caso violem os termos de sua libertação.

“Os promotores disseram que as 11 crianças que estavam no complexo onde foram encontrados estavam sendo treinadas a usar armas e sendo preparadas para atacar professores, policiais e outras pessoas a quem o grupo considera corruptas”, de acordo com o Albuquerque Journal.

Onze crianças foram encontradas mal-nutridas na propriedade enquanto uma criança morreu nas mãos de seu pai “durante um ritual religioso para expulsar demônios de seu corpo.”

Abaixo, você pode ver em vídeos do complexo onde foram libertadas as crianças e alguns posts em redes sociais das autoridades que atuaram sobre o caso.

Fotos e vídeos do complexo de treinamento terrorista

 

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