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Corrupção, falcatruas e muita confusão marcam adaptação de Zenóbbia com Paulo Dalagnoli

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Paulo Dalagnoli, Fran Rorato e Rodrigo Corrêa
Elenco de Zenóbbia acompanha leitura da adaptação de Felipe Fontoura

O início de uma produção teatral é o coração do que vai ser visto no palco. A leitura, a discussão dos personagens, a criação e o encontro de cada ator com aquilo que vai acontecer no palco começa ali.

“Zenóbbia – A Secretária do Presidente” está justamente nessa fase. Escrita por Marcelo Aoiula e Ligia Ferreira, a irmã de Bibi Ferreira, a peça – que teve montagens clássicas nos anos 90, nos tempos em que o Brasil passava por maus bocados na política e economia – ganha agora uma adaptação com texto revisto por Felipe Fontoura.

O elenco se encontrou no Espaço Jaime Aroxa, na Barra da Tijuca, para mais um dia de ensaios e leitura da nova versão. “Estou empolgado. É um clássico. E qualquer semelhança terá sido mera coincidência”, diz Paulo Dalagnoli, que interpreta o Bebê um dos três protagonistas que é muito importante para a trama toda.

Impossível contar a história que é cheia de reviravoltas. Uma comédia jovem rasgada que vai fazer a plateia morrer de rir com as trapalhadas dos personagens em cena.

Porém, Felipe fez questão de atualizar as ações de Zenóbbia e a equipe que faz miséria no palco. Realmente, Paulo tem razão quando diz que qualquer semelhança com o momento atual do país é só coincidência.

A peça tem uma interação grande com a plateia e Zenóbbia é o centro das atenções. No elenco estão, além de Dalagnoli – que está no ar em “Malhação” como o sedutor Lírio – a atriz Fran Rorato e Rodrigo Corrêa. A direção fica por conta de Rogério Passos – diretor de algumas novelas e séries da Record e também da segunda temporada do “Tudo Pela Audiência”, de Fábio Porchat e Tatá Werneck, no Multishow.

A estreia acontece em junho na capital do Espirito Santo, Vitória. Depois, começa uma turnê pelo país já com algumas cidades do Paraná agendadas (Paranavaí e Cianorte), além de algumas capitais como Salvador e Fortaleza. Rio de Janeiro deve ter uma temporada mais longa da peça que também passa por São Paulo, tudo no segundo semestre. A produção da peça é da Dots – Projetos Culturais.

 

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